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NOTÍCIAS
Fevereiro13Faia Brava pode vir a ser Área Protegida Privada

·         Nome: Faia Brava
·         Localização
·         País/região: Portugal - Região Centro
·         Códigos NUT: PT128 - Beira Interior Norte
·         Freguesias: Algodres, Vale de Afonsinho (concelho de Figueira de Castelo Rodrigo), e Cidadelhe (concelho de Pinhel), distrito de Guarda
·         Coordenadas geográficas: 40º53’N              07º04’W
·         Altitudes: 170-509 m
·         Área: 427,65 hectares                          
 
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·         Descrição geral
·         Corresponde ao vale do rio Côa, num troço de cerca de 5 Km de extensão, com orientação Sul-Norte, e encostas de grande declive onde afloram rochas graníticas escarpadas. O clima apresenta um aspecto continental seco, com grandes amplitudes térmicas e fraca pluviosidade média. O coberto vegetal é dominado por matos de Cytisus multiflorus, por vezes arborescentes com presença de Quercus suber e Quercus rotundifolia. As encostas mais termófilas estão cobertas de Retama sphaerocarpa, Olea europea var. sylvestris e Pistacia terebinthus. Nas margens rochosas e arenosas do rio Côa desenvolvem-se maciços de Securinega tinctoria. A fauna do vale do Côa é diversificada, estando assinalado um total de 149 espécies de vertebrados, nomeadamente 6 peixes (1 espécie ameaçada), 9 anfíbios, 9 répteis, 100 aves (11 espécie ameaçadas), e 25 mamíferos (3 espécies ameaçadas). O sub-grupo faunístico que reúne maior número de espécies com elevado estatuto de ameaça corresponde ao das aves rupícolas. A ocupação agrícola destes terrenos baseia-se no cultivo da oliveira, mas com pouca expressão territorial. As principais actividades humanas são a produção extensiva de ovinos, a olivicultura e a extracção de cortiça.
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·         Habitats importantes
·         Matos (matos esclerófilos); Charcos temporários mediterrânicos; Matos hidrofílicos,;Formações sub-estépicas de gramíneas e de anuais; Galerias ribeirinhas termomediterrânicas; Matas de Quercus suber, Matas de Quercus rotundifolia.
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·         Flora e vegetação prioritárias em termos de conservação
·         Tamujal (comunidade de Securinega tinctoria); Matas xerofilicas com Pistacia terebinthus, Rhamnus lycioides subsp. oleoides, Phillyrea angustifolia, Arbutus unedo, Acer mosnpessulanum; Quercus rotundifolia; Azinhais (manchas homogeneas de Quercus rotundifolia);  Montados de Sobreiro, com a Quercus faginea e Quercus rotundifolia.
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·         Fauna prioritária em termos de conservação
·         Aves rupícolas (Ciconia nigra, Neophron percnopterus, Gyps fulvus, Aquila chrysaetos, Hieraaetus fasciatus, Bubo bubo, Apus melba, Oenanthe leucura), Aegypius monachus, Circaetus galicus, Circus pygargus, Alectoris rufa, Columba livia, Columba palumbus, Sylvia hortensis, Oryctolagus cunniculus, Felis silvestris, Lutra lutra, Capreolus capreolus.
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·         Actividades Humanas
·         Implementadas pela ATN: olivicultura, criação extensiva de gado, cerealicultura, visitação, educação ambiental, monitorização ecológica
·         Implementadas por outros: olivicultura, ovinicultura, caça, pesca
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·         Protecção legal
·         Nacional: ZPE Vale do Rio Côa (PTZPE0039; Decreto-Lei nº 384-B/99, de 23 de Setembro; 20.628 ha coincidentes com a IBA), Decreto-Lei n.º 49/2005 de 24 de Fevereiro; Parque Arqueológico do Vale do Côa (Decreto-Lei nº 117/97 de 14 de Maio)
·         Internacional: ZPE Vale do Rio Côa, Sítio Património Mundial (UNESCO)
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·         Ameaças
·         queimadas e incêndios; abandono/redução da gestão do terreno; caça furtiva; linhas eléctricas; pedreiras; construção de barragens ou diques; perturbação por actividades revreativas/turísticas;