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ARQUIVO DE ACTIVIDADES JÁ REALIZADAS
Ano:
Saída de campo Micológica com a SOCIEDAD MICOLÓGICA DE CIUDAD RODRIGO
13/03/2010

A Primavera traz as flores de volta às paisagens e a água às ribeiras. Ainda nesta época é possível encontrar outras espécies de cogumelos e descobrir a diversidade de cores, formas, cheiros e texturas destes maravilhosos seres, os fungos. Venha daí explorar a Faia Brava e encontrar cogumelos escondidos na paisagem. Procure por entre as árvores ou no solo, e conheça vários exemplares dos mais comuns aos mais raros.Esta actividade é organizada pela ATN e pela Sociedad Micológica de Ciudad Rodrigo.

A visita começa às 10h, em frente da igreja de Algodres. Entraremos na Reserva da Faia Brava por um característico caminho de sobreiral, onde iremos proceder à procura e identificação de algumas espécies de cogumelos, com a ajuda de técnicos e especialistas convidados e com recurso a guias de campo. Após um relaxante almoço nas Hortas da Sabóia, seguiremos por diversos caminhos que atravessam o mosaico agro-florestal que caracteriza a região, continuando na busca destes incríveis seres que são os fungos. Passeio até às 15h. Em Algodres iremos ainda proceder à identificação das espécies colhidas.

Características do percurso: cerca de 10km de percurso a pé.

Ponto de Encontro: 10h – Igreja de Algodres. Os participantes devem levar a sua viatura até Algodres, local onde se inicia o percurso.

O que trazer? Roupa e calçado adequado à época do ano e às condições climatéricas previstas. Botas de montanha ou calçado desportivo, roupa confortável, almoço-volante e água, máquina fotográfica, binóculos, cesta e canivete.

Passeio Fotográfico na Reserva da Faia Brava
06/03/2010
Acompanhado por um guia e fotógrafo com experiência de campo, conhecedor do território e das espécies, faremos um itinerário pela Reserva da Faia Brava, de máquina fotográfica em punho, na tentativa de fotografar as espécies mais representativas da fauna e da flora, bem como as paisagens características do Vale do Côa.
 
Ponto de Encontro: 9h30 – Igreja de Algodres. Os participantes devem levar a sua viatura até Algodres, local onde se inicia o percurso.
 
O que trazer? Roupa e calçado adequado à época do ano e às condições climatéricas previstas. Botas de montanha ou calçado desportivo, roupa confortável, almoço-volante e água, máquina fotográfica, tripé, binóculos.
 
Preço: 5€/pax
 


 
 
 

 

Saída de campo para observação das Aves Rupícolas do Vale do Côa
27/02/2010
Venha observar as aves da Reserva da Faia Brava, das quais destacamos as rupícolas da ZPE do Vale do Côa, Águia-real, Águia de Bonellii, Abutre do Egipto, Grifo e Cegonha-preta, e fique ainda a conhecer o projecto de conservação que a ATN tem vindo a desenvolver na região para a conservação destas espécies.  

O início do percurso é feito a partir da aldeia de Algodres e ao longo de terrenos de cultivo, entrando gradualmente em zona de sobreiros e aproximando-se do vale encaixado do rio Côa, de onde teremos uma perspectiva das colónias de Grifos.

Características do percurso: 8km de percurso circular, a pé.
Ponto de Encontro: 10h – Igreja de Algodres. Os participantes devem levar a sua viatura até Algodres, local onde se inicia o percurso.
Inclui o acompanhamento por guia local. A organização ainda disponibiliza alguns pares de binóculos e um telescópio.
O que trazer? Botas de montanha ou calçado desportivo, roupa confortável (de preferência em tons neutros), chapéu, protector solar, almoço-volante e água, máquina fotográfica, guia de aves, binóculos.
Preço: 5€/pessoa


Fotografia: João Cosme
O Gosto da Biodiversidade - A conservação da natureza pela alimentação
De 26/02/2010 a 28/02/2010

“O gosto da biodiversidade” é um projecto que se insere na lógica de crescimento da associação e visa fazer chegar aos centros urbanos informação sobre a Faia Brava e os valores de conservação que contém, através da explicitação da relação entre os hábitos de consumo alimentar e a conservação da natureza.

O projecto tem como objectivo tornar visível, a relação entre o consumo de alimentos e a gestão do território.

O instrumento usado é a realização de workshops gastronómicos assentes nos produtos da FAIA BRAVA e região envolvente, dirigidos ao grande público.

A linha de força é a valorização de sub-produtos da conservação, isto é, o que se pretende não é, por exemplo, valorizar o centeio por si, como é corrente em projectos estritamente orientados para o desenvolvimento local. O que se pretende é valorizar a produção de centeio que é feita por razões de conservação.

Pretende-se que a cozinha de autor com base em produtos tradicionais valorize simultaneamente a tradição culinária da região e a inovação. Será procurado tanto o uso de variedade regionais de produtos agrícolas, como o uso de espécies silvestres (o gelado de poejo, desenvolvido noutro contexto pelo parceiro do projecto Chef António Alexandre, pode ser um bom exemplo para outras criações culinárias).

Embora o projecto use a relação entre o consumo de alimentos e a biodiversidade como trave mestra, os grandes consensos quanto ao consumo sustentável na alimentação estarão presentes: a proximidade relativa entre produção e consumo, o uso de produtos de época, a moderação do consumo de carne e peixe e o uso de produtos pouco processados industrialmente, nomeadamente sem longos períodos de conservação pelo frio.

O Chef António Alexandre propõe-se ainda a transformar determinados sub-produtos da região de modo a torná-los mais apetecíveis aos consumidores, desenvolvendo, em parceria com a ATN, não só uma forma de rentabilizar os meios existentes como também promover a sustentabilidade da mesma através da criação de valor.

Estas oficinas de cozinha são concebidas de forma a serem nutricionalmente equilibradas e adequadas às diferentes necessidades das crianças e jovens.

Nos dias 26, 27 e 28 de Fevereiro, a ATN e o chef António Alexandre estarão presentes no Cascais Shopping com um stand onde se realizará um live cooking e provas, que se farão entre as 18h e as 20h na sexta-feira e entre as 15h e as 17h no sábado e domingo.

Percurso na Faia Brava – caminhada de interpretação na Reserva Biológica
13/02/2010

A Associação Transumância e Natureza (ATN) convida-o para uma viagem ao património natural e cultural do vale do Côa, percorrendo caminhos antigos usados por moleiros e pastores, nos tempos em que este vale pulsava de vida humana.

Durante esta saída de campo terá a oportunidade de observar paisagens magníficas de escarpas, veredas, lameiros e linhas de água, com cores diferentes, consoante a estação do ano. Sobre as fragas do Côa pairam também aves emblemáticas, como o grifo ou a águia-real, e com alguma sorte poderá também descobrir algumas aves ameaçadas, como a águia-de-bonelli, o abutre-do-egipto e a tímida cegonha-preta. Todas estas aves nidificam nas escarpas do rio Côa. Outros pontos de interesse deste percurso são elementos do património arquitectónico local: os pombais tradicionais, casebres tradicionais e caminhos estreitos ladeados por muros de pedra. Terá também tempo para conhecer o projecto de conservação da ATN no vale do Côa, a Reserva da Faia Brava. Todas estas saídas de campo serão acompanhadas de um guia da ATN, que dependendo da época do ano, ajudá-lo-ão a interpretar a paisagem, os valores naturais e a história desta terra da Faia Brava. Apoie a conservação da natureza da ATN, passando um dia inesquecível no vale do Côa!

Características do percurso: 10km de percurso circular, a pé.
Ponto de Encontro: 10h – Igreja de Algodres. Os participantes devem levar a sua viatura até Algodres, local onde se inicia o percurso. Inclui o acompanhamento por guia local.
O que trazer? Botas de montanha ou calçado desportivo, roupa confortável (de preferência em tons neutros), chapéu ou gorro, almoço-volante e água, máquina fotográfica, binóculos (facultativo).
Preço
: 5€/pessoa
Voluntariado - 1 Milhão de Sementes para o Vale do Côa
De 15/10/2009 a 15/03/2010
No âmbito do projecto Bosques da Faia Brava, a ATN desafia-o a passar dias diferentes, dedicados à conservação do bosque autóctone, através da iniciativa de voluntariado “1 Milhão de Sementes para o Vale do Côa”. Com o apoio de voluntários, pretendemos recuperar e melhorar o coberto florestal de áreas que foram afectadas pelos incêndios, as principais linhas de água e zonas agrícolas abandonadas, contribuindo assim para a conservação do mosaico agro-florestal e das espécies florísticas e faunísticas que dele depende. A grande meta desta iniciativa é recolher e semear 1 milhão de sementes de árvores autóctones nos próximos 5 anos, numa área de cerca de 500 ha, incluindo freixos, sobreiros, azinheiras, carvalhos negral e cerquinho, lodão bastardo e zelha. Inscreva-se já, as vagas são limitadas. Apoie-nos fazendo parte da nossa equipa!

Datas:
15 de Outubro 2009 a 15 de Março 2010 (iguais períodos entre 2010 – 2013)

Local:
Reserva da Faia Brava, Algodres, Figueira de Castelo Rodrigo

Tarefas principais:
Recolha de sementes, manutenção do viveiro florestal, plantação de árvores e sementes

Outras tarefas:
Manutenção de pombais, percursos pedestres, gestão da manada de garranos

Para mais informações, contacte-nos.